THE ROLLING STONES - ‘2000 Light Years From Home’
Decca, 1967

Há discos que são considerados “atípicos” por alguma razão. E ao olharmos para a nova antologia que celebra os 50 anos dos Rolling Stones verificamos que está ausente o álbum Their Satanic Majesties Request, fabulosa aventura psicadélica que, na verdade, representa mesmo o meu álbum preferido da banda. E como eles não o recordam, aqui fica a memória de um dos singles extraídos do seu alinhamento. Com cor, coisa caleidoscópica e espacial, bem longe do habitual…

Perhaps the most ‘atypical’ stones album, but ‘Their Satanic Majesties Request’ is my favourite of their work. This is a single taken from it.

THE ROLLING STONES - ‘2000 Light Years From Home’

Decca, 1967

Há discos que são considerados “atípicos” por alguma razão. E ao olharmos para a nova antologia que celebra os 50 anos dos Rolling Stones verificamos que está ausente o álbum Their Satanic Majesties Request, fabulosa aventura psicadélica que, na verdade, representa mesmo o meu álbum preferido da banda. E como eles não o recordam, aqui fica a memória de um dos singles extraídos do seu alinhamento. Com cor, coisa caleidoscópica e espacial, bem longe do habitual…

Perhaps the most ‘atypical’ stones album, but ‘Their Satanic Majesties Request’ is my favourite of their work. This is a single taken from it.

PETER MURPHY - ‘A STRANGE KIND OF LOVE’
Beggars Banquet, 1990

Quando editaram o seu último álbum em 1983, os Bauhaus já estavam cada um para seu lado, a separação parecendo inevitável. Peter Murphy, o vocalista, foi mesmo assim o que mais tempo levou a encontrar um caminho. E depois da aventura Dali’s Car estreou-se a solo em 1985. O melhor da sua obra a solo surgiu entre 1988 e 90, em dois álbuns que tiveram grande impacte entre nós. Este foi o single de apresentação para ‘Deep’, editado em 1990. Passei-o vezes sem conta nos meus primeiros tempos de rádio.

The first single from Peter Murphy’s third solo album ‘Deep’. An impressive big hit (for an alternative act) in Portugal.

PETER MURPHY - ‘A STRANGE KIND OF LOVE’

Beggars Banquet, 1990

Quando editaram o seu último álbum em 1983, os Bauhaus já estavam cada um para seu lado, a separação parecendo inevitável. Peter Murphy, o vocalista, foi mesmo assim o que mais tempo levou a encontrar um caminho. E depois da aventura Dali’s Car estreou-se a solo em 1985. O melhor da sua obra a solo surgiu entre 1988 e 90, em dois álbuns que tiveram grande impacte entre nós. Este foi o single de apresentação para ‘Deep’, editado em 1990. Passei-o vezes sem conta nos meus primeiros tempos de rádio.

The first single from Peter Murphy’s third solo album ‘Deep’. An impressive big hit (for an alternative act) in Portugal.

TEARDROP EXPLODES - ‘PASSIONATE FRIEND’
Mercury, 1981

Apesar da excelência e do caso ímpar que foi a história dos ‘fab four’ não poderemos nunca reduzir Liverpool aos Beatles e ao universo da sua descendência. Na verdade o final dos anos 70 assistiu ali a nova vaga de acontecimentos durante a qual surgiram nomes que iriam marcar a música dos oitentas. Um deles era o de Julian Cope que, depois dos Crucial Tree, formava os Teardrop Explodes com os quais gravou uma mão cheia de grandes canções. Esta, por exemplo, foi cartão de visita para o segundo álbum da banda.

Late 70’s Liverpool was the craddle of several crucial names fot the 80s. Among them Julian Cope, who lead the Teardrop Excplodes and gave us some fabulous songs like this one.

TEARDROP EXPLODES - ‘PASSIONATE FRIEND’

Mercury, 1981

Apesar da excelência e do caso ímpar que foi a história dos ‘fab four’ não poderemos nunca reduzir Liverpool aos Beatles e ao universo da sua descendência. Na verdade o final dos anos 70 assistiu ali a nova vaga de acontecimentos durante a qual surgiram nomes que iriam marcar a música dos oitentas. Um deles era o de Julian Cope que, depois dos Crucial Tree, formava os Teardrop Explodes com os quais gravou uma mão cheia de grandes canções. Esta, por exemplo, foi cartão de visita para o segundo álbum da banda.

Late 70’s Liverpool was the craddle of several crucial names fot the 80s. Among them Julian Cope, who lead the Teardrop Excplodes and gave us some fabulous songs like this one.

HAIRCUT ONE HUNDRED - ‘FANTASTIC DAY’
Arista, 1982

Era assim que se celebravam os dias de festa e otimismo em inícios dos anos 80, cenário bem distinto do que conhecemos trinta anos depois. Este era então o terceiro single dos Haircut One Hundred, banda que nos apresentou Nick Heyward, que pouco depois seguiria caminho a solo. Foi na época a canção cartão de visita para o grupo em Portugal. E muito passou pela rádio de então.

Thirty years later the happy-go-singing of this song sounds from something from a longe gone past…

HAIRCUT ONE HUNDRED - ‘FANTASTIC DAY’

Arista, 1982

Era assim que se celebravam os dias de festa e otimismo em inícios dos anos 80, cenário bem distinto do que conhecemos trinta anos depois. Este era então o terceiro single dos Haircut One Hundred, banda que nos apresentou Nick Heyward, que pouco depois seguiria caminho a solo. Foi na época a canção cartão de visita para o grupo em Portugal. E muito passou pela rádio de então.

Thirty years later the happy-go-singing of this song sounds from something from a longe gone past…

EELS - ‘NOVOCAINE FOR THE SOUL’
Dreamworks, 1996

O álbum de estreia dos Eels deu-me uma valente lição. A pressa de escrever (e publicar) a crítica valeu-lhe 3 “estrelinhas”… No fim do ano, era o meu álbum preferido de 1996… Ter calma foi, daí em diante, a norma. Nada como dar tempo aos discos para sabermos como, na verdade, nos relacionamos com eles. Este revelava um talento que já por aí andava mas só então foi devidamente descoberto. Aqui dava importante passo um dos grandes cantautores revelados nos anos 90.

A brilliant debut by Mark Everett’s Eels projet. Soon we would reckognize him as one of the best singer-songwriters out of the 90’s.

EELS - ‘NOVOCAINE FOR THE SOUL’

Dreamworks, 1996

O álbum de estreia dos Eels deu-me uma valente lição. A pressa de escrever (e publicar) a crítica valeu-lhe 3 “estrelinhas”… No fim do ano, era o meu álbum preferido de 1996… Ter calma foi, daí em diante, a norma. Nada como dar tempo aos discos para sabermos como, na verdade, nos relacionamos com eles. Este revelava um talento que já por aí andava mas só então foi devidamente descoberto. Aqui dava importante passo um dos grandes cantautores revelados nos anos 90.

A brilliant debut by Mark Everett’s Eels projet. Soon we would reckognize him as one of the best singer-songwriters out of the 90’s.

RAIN TREE CROW - ‘BLACKWATER’
Virgin, 1990

Sempre admirei os Japan pela coragem em colocar o ponto final no pico da sua forma. E mesmo na hora de um toca-a-reunir, souberam respeitar a memória dessa obra ímpar e resolveram assinar o disco do reencontro sob outro nome. Tinham passado alguns anos, as carreiras a solo haviam aberto novas frentes e demandas. E sob uma política de improvisação em estúdio nasceu mesmo assim uma das melhores canções da história destes quatro músicos. Naturalmente editaram-na como single.

As fou ex-Japan got together for a reunion they were brave enough not to call temselves by their former band name. Rain Tree Crow was their new name. And a lovely single introduced them in 1990.

RAIN TREE CROW - ‘BLACKWATER’

Virgin, 1990

Sempre admirei os Japan pela coragem em colocar o ponto final no pico da sua forma. E mesmo na hora de um toca-a-reunir, souberam respeitar a memória dessa obra ímpar e resolveram assinar o disco do reencontro sob outro nome. Tinham passado alguns anos, as carreiras a solo haviam aberto novas frentes e demandas. E sob uma política de improvisação em estúdio nasceu mesmo assim uma das melhores canções da história destes quatro músicos. Naturalmente editaram-na como single.

As fou ex-Japan got together for a reunion they were brave enough not to call temselves by their former band name. Rain Tree Crow was their new name. And a lovely single introduced them in 1990.

SÉRGIO GODINHO - ‘ROMANCE DE UM DIA NA ESTRADA’
Guilda da Música, 1971

Alguns meses antes da edição de ‘Os Sobreviventes’ era assim, num EP, que se apresentava Sérgio Godinho. Já tinha colaborado num EP (e no álbum de estreia) de José Mário Branco, mas aqui assinava pela primeira vez um disco. E revelava desde logo uma voz autoral que de si faria em pouco tempo a referência maior na música popular portuguesa que ainda hoje é.

Debut EP by singer songwriter Sérgio Godinho, a major reference for portuguese popular music.

SÉRGIO GODINHO - ‘ROMANCE DE UM DIA NA ESTRADA’

Guilda da Música, 1971

Alguns meses antes da edição de ‘Os Sobreviventes’ era assim, num EP, que se apresentava Sérgio Godinho. Já tinha colaborado num EP (e no álbum de estreia) de José Mário Branco, mas aqui assinava pela primeira vez um disco. E revelava desde logo uma voz autoral que de si faria em pouco tempo a referência maior na música popular portuguesa que ainda hoje é.

Debut EP by singer songwriter Sérgio Godinho, a major reference for portuguese popular music.

VISAGE - ‘FADE TO GREY’
Polydor, 1980

Foi ao ver o filme ‘Lawrence Anyways’, de Xavier Dolan, que me apercebi de como esta canção dos Visage se transformou numa peça determinante na história da cultura popular. Paradigma do movimento ‘new romantic’ os Visage não se podem reduzir naturalmente a esta canção, mas ‘Fade To Grey’ cristalizou um olhar pop sobre a cultura da pose, da noite, do hedonismo sofisticado… Mais de trinta anos depois, não é assim coisa de nostalgia, mas antes uma referência.

Visage’s second single was a landmark of the new romantic movement but more than 30 years after became a reference rather than a nostalgia trip.

VISAGE - ‘FADE TO GREY’

Polydor, 1980

Foi ao ver o filme ‘Lawrence Anyways’, de Xavier Dolan, que me apercebi de como esta canção dos Visage se transformou numa peça determinante na história da cultura popular. Paradigma do movimento ‘new romantic’ os Visage não se podem reduzir naturalmente a esta canção, mas ‘Fade To Grey’ cristalizou um olhar pop sobre a cultura da pose, da noite, do hedonismo sofisticado… Mais de trinta anos depois, não é assim coisa de nostalgia, mas antes uma referência.

Visage’s second single was a landmark of the new romantic movement but more than 30 years after became a reference rather than a nostalgia trip.

NEW MUSIK - ‘THIS WORLD OF WATER’
Epic, 1980

Na passagem de 1979 para 1980 inventava-se o futuro. Ou, pelo menos, tentavam imaginar-se as formas do que estava. Lembro-me de ouvir esta canção na rádio em 1980 e de me fazer sentido que era por ali, com as eletrónicas, que os caminhos mais estimulantes estavam a ser definidos. Os New Musik tiveram curta mas cativante carreira e o seu álbum de estreia ‘From A To B’ é uma das pérolas dessa geração pop que ensaiava visões de futuro com a matéria que tinham no seu presente.

One of the singles out of New Musik’s debut album. In late 79 and early 1980 bands imagined the shape of things to come in music. This was the right path, i thought back then.

NEW MUSIK - ‘THIS WORLD OF WATER’

Epic, 1980

Na passagem de 1979 para 1980 inventava-se o futuro. Ou, pelo menos, tentavam imaginar-se as formas do que estava. Lembro-me de ouvir esta canção na rádio em 1980 e de me fazer sentido que era por ali, com as eletrónicas, que os caminhos mais estimulantes estavam a ser definidos. Os New Musik tiveram curta mas cativante carreira e o seu álbum de estreia ‘From A To B’ é uma das pérolas dessa geração pop que ensaiava visões de futuro com a matéria que tinham no seu presente.

One of the singles out of New Musik’s debut album. In late 79 and early 1980 bands imagined the shape of things to come in music. This was the right path, i thought back then.

JOY DIVISION - ‘ATMOSPHERE’
Factory, 1980

Foi um dos primeiros discos que a banda lançou após a morte de Ian Curtis, poucas semanas antes. Tal como ‘Love Will Tear Us Apart’ (editado em abril desse ano), a transformou-se num clássico imediato e com o tempo seria eleita como uma das referências mais determinantes da obra dos Joy Division. Em 1988, na altura de criar um ‘best of’, foi reeditada como single, recebendo o teledisco de Anton Corbijn que da canção fez assim uma das mais fortes memórias do vocalista.

Released few weeks after Ian Curtis’ death, ‘Atmosphere’ became one of Joy Division’s most celebrated memories.

JOY DIVISION - ‘ATMOSPHERE’

Factory, 1980

Foi um dos primeiros discos que a banda lançou após a morte de Ian Curtis, poucas semanas antes. Tal como ‘Love Will Tear Us Apart’ (editado em abril desse ano), a transformou-se num clássico imediato e com o tempo seria eleita como uma das referências mais determinantes da obra dos Joy Division. Em 1988, na altura de criar um ‘best of’, foi reeditada como single, recebendo o teledisco de Anton Corbijn que da canção fez assim uma das mais fortes memórias do vocalista.

Released few weeks after Ian Curtis’ death, ‘Atmosphere’ became one of Joy Division’s most celebrated memories.

RYUICHI SAKAMOTO + DAVID SYLVIAN - ‘HEARTBEAT’
Virgin, 1991
Ao longo dos anos foram várias as ocasiões em que David Sylvian e Ryuichi Sakamoto se cruzaram, mais vezes em discos que nos palcos. Um dos mais felizes desses encontros contou ainda com a colaboração de Ingrid Chavez e inspirou o título do álbum, Heartbeat (Tainai Kaiki II - Returning To The Womb) do músico japonês.Foi por esta altura que os vi aos dois, Sylvian e Sakamoto, juntos, numa noite no velho Hammersmith Odeon, em Londres.
One of the many collaborations between Ryuichi Sakamoto and David Sylvian, this one also features Ingrid Chavez.

RYUICHI SAKAMOTO + DAVID SYLVIAN - ‘HEARTBEAT’

Virgin, 1991

Ao longo dos anos foram várias as ocasiões em que David Sylvian e Ryuichi Sakamoto se cruzaram, mais vezes em discos que nos palcos. Um dos mais felizes desses encontros contou ainda com a colaboração de Ingrid Chavez e inspirou o título do álbum, Heartbeat (Tainai Kaiki II - Returning To The Womb) do músico japonês.Foi por esta altura que os vi aos dois, Sylvian e Sakamoto, juntos, numa noite no velho Hammersmith Odeon, em Londres.

One of the many collaborations between Ryuichi Sakamoto and David Sylvian, this one also features Ingrid Chavez.

NICK CAVE + KYLIE MINOGUE - ‘WHERE THE WILD ROSES GROW’
Virgin, 1995

Um dueto que chegou do outro lado do mundo. Literalmente. Juntando os australianos Nick Cave e Kylie Minogue, que pareciam senhores de destinos que nunca se poderiam cruzar. Mas cruzaram. E tudo aconteceu em 1995, naquele que foi o single de apresentação de ‘Murder Ballads’ e que agradou a tudo e todos. Foi o maior êxito da discografia de Nick Cave e deu outra credibilidade à cantora. Valeu a pena, está visto. E é uma bela canção.

A rather unexpected collaboration and a beautiful duet. It became Nick Cave’s biggest hid and gave people an opportunity to look to Kylie in a different way.

NICK CAVE + KYLIE MINOGUE - ‘WHERE THE WILD ROSES GROW’

Virgin, 1995

Um dueto que chegou do outro lado do mundo. Literalmente. Juntando os australianos Nick Cave e Kylie Minogue, que pareciam senhores de destinos que nunca se poderiam cruzar. Mas cruzaram. E tudo aconteceu em 1995, naquele que foi o single de apresentação de ‘Murder Ballads’ e que agradou a tudo e todos. Foi o maior êxito da discografia de Nick Cave e deu outra credibilidade à cantora. Valeu a pena, está visto. E é uma bela canção.

A rather unexpected collaboration and a beautiful duet. It became Nick Cave’s biggest hid and gave people an opportunity to look to Kylie in a different way.

JAPAN - ‘THE NIGHTPORTER’
Virgin, 1982

O sucesso que os Japan conheceram depois de 1981 foi coisa inesperada após tantos anos de lançamentos sem qualquer reconhecimento. E com o sucesso chegou uma avalanche de edições de singles de álbuns anteriores. Como é o exemplo deste ‘Nightporter’, originalmente um tema do alinhamento de ‘Gentlemen Take Polaroids’, de 1980, que deu por si a rodar a 45 rotações em 1982. Convenhamos que é uma bela canção.

After becoming sucessful un 1981, Japan saw traks from early records being released in singles formats. Like this song from 1980 in a 1982 single… A beautiful song!

JAPAN - ‘THE NIGHTPORTER’

Virgin, 1982

O sucesso que os Japan conheceram depois de 1981 foi coisa inesperada após tantos anos de lançamentos sem qualquer reconhecimento. E com o sucesso chegou uma avalanche de edições de singles de álbuns anteriores. Como é o exemplo deste ‘Nightporter’, originalmente um tema do alinhamento de ‘Gentlemen Take Polaroids’, de 1980, que deu por si a rodar a 45 rotações em 1982. Convenhamos que é uma bela canção.

After becoming sucessful un 1981, Japan saw traks from early records being released in singles formats. Like this song from 1980 in a 1982 single… A beautiful song!

THE VELVET UNDERGROUND - ‘ALL TOMORROW’S PARTIES’
Verve, 1967

Foi há 45 anos. E com o álbum de estreia dos Velvet Undreground nascia também uma ideia que com o tempo nos habituámos a reconhecer como sendo de “música alternativa” (por oposição, entenda-se aos padrões vigentes no mainstream). Apesar de valer como um todo, o álbum teve neste single um cartão de visita. E na canção uma entre as muitas possíveis justificações para a presença de Nico na banda. Coisa mais pacífica para nós ouvintes que para a banda, é verdade…

This is a single from Velvet Undreground’s debut album, the record that set the tone for the birth of an alternative way for rock music.

THE VELVET UNDERGROUND - ‘ALL TOMORROW’S PARTIES’

Verve, 1967

Foi há 45 anos. E com o álbum de estreia dos Velvet Undreground nascia também uma ideia que com o tempo nos habituámos a reconhecer como sendo de “música alternativa” (por oposição, entenda-se aos padrões vigentes no mainstream). Apesar de valer como um todo, o álbum teve neste single um cartão de visita. E na canção uma entre as muitas possíveis justificações para a presença de Nico na banda. Coisa mais pacífica para nós ouvintes que para a banda, é verdade…

This is a single from Velvet Undreground’s debut album, the record that set the tone for the birth of an alternative way for rock music.

PETER GABRIEL - ‘BIG TIME’
Virgin Records, 1987

Em 1987 Peter Gabriel apresentou em ‘So’ o seu álbum pop. E do seu alinhamento costumam ser recordados ora o cartão de visita que foi ‘Sledgehammer’ ora o dueto com Kate Bush em ‘Don’t Give Up’. Hoje evocamos aqui o terceiro single extraído do álbum que, tal como o primeiro, convoca memórias r&b com viço dançável para criar um poderoso retrato crítico do consumismo dos oitentas.

The third single out od 1987’s ‘So’ album is one of it’s best tunes and a rather powerfuk portrait of late 80’s big spender economics.

PETER GABRIEL - ‘BIG TIME’

Virgin Records, 1987

Em 1987 Peter Gabriel apresentou em ‘So’ o seu álbum pop. E do seu alinhamento costumam ser recordados ora o cartão de visita que foi ‘Sledgehammer’ ora o dueto com Kate Bush em ‘Don’t Give Up’. Hoje evocamos aqui o terceiro single extraído do álbum que, tal como o primeiro, convoca memórias r&b com viço dançável para criar um poderoso retrato crítico do consumismo dos oitentas.

The third single out od 1987’s ‘So’ album is one of it’s best tunes and a rather powerfuk portrait of late 80’s big spender economics.